Rapper 50 Cent se apresenta na capital Paulista

Por Kelly Andrade

A turnê brasileira do rapper 50 cent já começou. O cantor passou pelas cidades de Salvador e Goiânia e agora, se apresentará em São Paulo.

O repertório vai incluir além das músicas do novo CD, sucessos como “In da Club” e “What up gangsta”. A abertura do show ficará por conta do DJ Negralha e Du Ghettu.

Rapper 50 Cent

A apresentação acontece amanhã (15) no palco do Via Funchal e o valor dos ingressos variam de R$ 200 a R$ 400. O rapper ainda passará por Belo Horizonte (16), Rio de Janeiro (17) e Florianópiolis (18).

O cantor é um dos rappers mais famosos dos Estados Unidos e já até estrelou um filme sobre a sua vida “Fique rico ou morra tentando”. Em 2000 o rapper levou nove tiros após se envolver um uma briga e quase perdeu a vida. Ainda com algumas sequelas, 50 cent deu a volta por cima e hoje é uma das maiores estrelas do Hip Hop americano.

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Comemoração na Estação Ciência: 30 anos de Star Wars

Por Jaqueline Esmendia

O fã clube oficial 501st e os fãs de Star Wars de todo o Brasil se reunirão dia 17 de julho na Estação Ciência das 9h às 17h para um evento voltado para a comemoração dos trinta anos de sucesso do filme Star Wars. O evento reúne exposição e materiais históricos ao mesmo tempo fazendo retrospecto da ficção científica.

Darth Vader

Todo o evento merece destaque, mas existe uma expectativa para o horário das 15h30 quando haverá um bate papo com a presença do dublador do vilão Darth Vader. Para quem ainda não assistiu ao filme, Vader é considerado um dos 5 maiores vilões da história do cinema e é reconhecido por usar um capacete preto e ter uma respiração mecanizada.

O evento contará com atrações diversas e com a emoção dos fãs que vão relembrar a ficção que reúne Samurais com Sabres de Luz, filosofias de vida e a eterna batalha do bem contra o mal.

O evento não possui fins lucrativos, mas é pedido que os fãs levem 1kg de alimento não perecível. Será cobrado apenas a entrada de Estação Ciência, menores de 6 anos e maiores de 60 anos não pagam. Os demais pagam R$ 4,00.

Programação
9h – Abertura da Estação Ciência
9h30 – Vídeo de abertura: Homenagens a Star Wars
10h – O Universo de “Ta Wars”
11h – Bloopers
12h – As Artes Marcias em Star Wars
12h30 – Apresentação do grupo 501st/presença do Clone da propaganda do Car toon Network
13h – Os Planetas de Star Wars e nosso Sistema Solar
14h – Fanfilm Inpis
14h30 – A Ficção Cientifica
15h10 – Vídeos de Império Contra Ataca
15h30 – Bate papo geral sobre Star Wars com a presença do dublador de Darth Vader, Silvio Navas
17h – Encerramento

Serviço
501st: 30 anos de Império
Local: Estação Ciência – USP
Rua Guaicurus, 1394 – Lapa – Em frente a Estação Lapa da CPTM
Dia: 17 de julho (sábado)
Horário: a partir das 9h
Sobre a Estação Ciência: http://www.eciencia.usp.br

A febre pela Saga Crepúsculo – Estreia de Eclipse agoniza fãs

Por Aline Martins

No próximo dia 30 de junho estreia o terceiro filme da saga Crepúsculo “Eclipse”. Há muita expectativa em torno dessa estreia, principalmente por parte dos fãs brasileiros.

O terceiro filme vem cheio de suspense e muito romance. Bella (Kristen Stewart) a protagonista se divide entre, permanecer humana ou ser transformada em vampira.Assim, o longa promete muita ação e cenas picantes entre Bella Swan e o vampiro Edwar Cullen (Robert Pattinson).

No último dia 19 de junho, os fãs de Stephenie Meyer se reuniram em livrarias de todo o Brasil para comemorar o lançamento do novo título da série Crepúsculo. Centenas de fãs de 13 cidades brasileiras se encontram em livrarias para comemorar o lançamento do novo título da série Crepúsculo – A breve segunda vida de Bree Tanner: Uma história de Eclipse, que mostra a envolvente trajetória de Bree, uma vampira recém-criada apresentada ao público no livro Eclipse, e o lado mais sombrio do mundo que ela habitava.

A novela narra a jornada do exército do qual a recém-criada faz parte em sua preparação para o ataque a Bella Swan e aos Cullen. Ela acompanha o encontro entre eles e, depois, o inesquecível desfecho desse confronto. Bree não só é proeminente no livro Eclipse, mas também terá destaque na próxima adaptação cinematográfica da série.

Faltando apenas nove dias para a aguardada estréia de “Eclipse”, mais uma novidade foi divulgada para atrair os fãs da saga. A Paris Filmes em parceria com a Rede Cinemark e o Shopping Pátio Paulista apresenta em São Paulo uma exposição de figurinos utilizados pelos personagens da saga nas gravações de “Lua Nova” e “Eclipse”. Os fãs de Crepúsculo poderão conferir de perto as roupas que Bella vestiu no pôster de “Eclipse”, além de ver o vestido de aniversário de 18 anos utilizado em “Lua Nova”.

A exposição ainda contará com seis peças entre óculos escuros, luvas, lenço, camiseta, calça e casaco do figurino que Alice (Ashley Greene) usou na Itália. Para as fãs de Edward, a exposição traz a roupa utilizada na abertura de “Lua Nova”. Jacob (Taylor Lautner), por sua vez, está representado com o seu figurino de mecânico. A exposição acontece no Cinemak do Shopping Paulista até o dia 15 de julho.

Rodrigo Lima, vocalista do Dead Fish: 20 anos de hardcore no Conexão Tribo

Por Heloísa Barros e Sheyla Ventura
Fotos de Sheyla Ventura

Rodrigo Lima nasceu em Vitória, no Espírito Santo. Em 1991 já era vocalista da banda Dead Fish enquanto estudava Direito e pensava em se dedicar à carreira de Direitos Humanos na Universidade Utrecht, em Amsterdã. Há 20 anos em atividade, ele se divide entre palcos e uma vida dedicada ao vegetarianismo no restaurante Vegacy, localizado na Rua Augusta, em São Paulo. Na entrevista a seguir Rodrigo fala um pouco sobre cada transição em sua vida e os projetos da banda.

Você mudou para São Paulo para acompanhar a banda?
Sim. A gente já estava na estrada há quatro anos, eu ficava em Vitória cinco meses do ano e o resto viajando dentro de uma van fazendo merchandising e indo pra um lugar e outro. Mas em 2003 a gente já não aguentava mais muito tempo dentro de uma van apertada, pouco dinheiro, pouca perspectiva, todo mundo foi cansando.

E como era conciliar a faculdade e as turnês?
Era louco, insano. Eu lembro que eu fazia parte do Centro Acadêmico e não fui em nenhum dia de reunião. E aí quando eu me formei em Direito, na outra semana tinha prova da Ordem (OAB). Eu fui preso por confusão, por pichação, e aí eu só assinei o meu diploma e entreguei para minha mãe. Falei: “eu não vou fazer a prova da Ordem, eu vou para a turnê com a minha banda”. E fui embora.

Você teve dúvida entre estudar fora e sair da banda?
Eu não tive dúvida nenhuma. Quando a banda acabou…

A banda acabou?
Acabou por um mês. Fechou o selo e eu fui embora, fazer minha inscrição online para Universidade de Utrecht. Mas aí a banda resolveu assinar com a Deck, o selo da Pitty e Nação Zumbi, mas eu disse que não queria e mandei todo mundo se ferrar. Eu e o antigo baterista brigamos de mão pedindo para eu ficar e aí fiquei. E também o cara tinha uma conversinha de pé de ouvido comigo, o Rafael Ramos que é o dono da Deck, dizendo que a gente teria uma casa, poderia viver de banda, poderia isso, poderia aquilo… e cá estou.

Por que a banda não fechou contrato em um selo grande?
A gente era punk o bastante para não querer estar num selo grande. A gente queria ser autônomo. Nós lançávamos o nosso próprio CD, gerenciávamos nossas próprias turnês, fazíamos música, caíamos na estrada. Tínhamos aquela ilusão de que conseguiríamos viver disso [música]. Na verdade houve uma grande possibilidade, só que vivemos no Brasil, tudo é mais complicado, você toma cano com distribuição. Não dá para ser rock star sendo punk.

Vocês ganham dinheiro com CD?
Não ganhamos. Eu vivo de show, eu estou rouco por isso, fiz quatro shows nesse fim de semana. Além de não vender mais, o contrato não é e nunca foi legal numa gravadora. Pergunta para o Chico… quer dizer, Chico Science não [risos], pergunta paro o Du Peixe [Nação Zumbi] se ele ganha dinheiro com o CD dele. Os contratos têm porcentagens ridículas, mínimas.

A banda tem uma relevância na cena musical brasileira, já são 20 anos. Vocês pretendem fazer alguma coisa especial?
A gente gostaria. Só que como só eu estou a 20 anos na banda há uma certa dúvida se deve mesmo comemorar. Temos a ideia de fazer um DVD ao vivo, só que não temos dinheiro para isso, vamos precisar recorrer a alguma coisa. E a gente quer fazer uma turnê para lugares que nunca fomos na vida, tipo Acre, Macapá.

Parada Gay 2010 estremece Avenida Paulista

Por Aline Martins

No último domingo (6) aconteceu a 14º parada do orgulho LGBT na avenida paulista, o tema deste ano foi “Vote contra a homofobia: Defenda a Cidadania”.

O evento reuniu mais de 3 milhões de pessoas que lotaram a avenida Paulista com 8 trios elétricos, percorrendo toda a Paulista até o centro de São Paulo

Esse tema vem sendo discutido na imprensa há alguns meses depois que o lutador de vale-tudo Marcelo Dourado, 38 anos, surgiu no programa Big Brother Brasil, dizendo que “Homem hétero não pega AIDS”. A declaração foi tachada de preconceituosa e a Rede Globo precisou ocupar seu horário nobre com explicações do Ministério da Saúde sobre o tema.

O preconceito ainda é um grande obstáculo que os homossexuais enfrentam. Segundo Nathaly Soares, homossexual assumida, o preconceito está em todo lugar. “A gente sofre o tempo inteiro, as pessoas te olham diferente, te tratam diferente, às vezes até as amizades mudam depois que descobrem sua opção sexual, já não ficam com tanto contato físico como antes, achando que você já vai ter alguma outra intenção”, desabafa Nathaly.

De acordo com números publicados pela imprensa em 2009, a cada um dia e meio, um homossexual é morto no Brasil. Neste ano, a situação já se agravou. Segundo a Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo, a cada 24 horas uma pessoa é morta vítima de crime de homofobia.
No dia 19 de maio aconteceu a 1º marcha contra homofobia com representantes de 237 organizações filiadas à Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) que estiveram concentrados em frente à Catedral Metropolitana na Esplanada dos Ministérios. A 1ª Marcha Contra a Homofobia e pela Cidadania LGBT foi iniciada com o Hino Nacional, cantado por Jane di Castro, em frente à Catedral Metropolitana de Brasília. Havia cerca de 3 mil pessoas na Marcha.

O grupo protestou pela falta de leis que consagrem a igualdade de direitos, a paralisia na Suprema Corte de várias ações pelos ataques aos gays e pelas diferentes formas de violência e intimidação que os cerca de 20 milhões de homossexuais reconhecidos no Brasil sofrem diariamente.

Vai começar o espetáculo

Matheus- Torcedor da Seleção Brasileira

Por Cintia Refundini

Começa a ansiedade, a vontade de vencer e tudo ao redor para. O tempo é inimigo e o relógio corre devagar. A 18ª edição da Copa do Mundo que será realizada pela primeira vez no continente africano, mais precisamente na África do Sul vem com ingredientes recheados de surpresas.

Algumas dessas surpresas seriam os craques de todo mundo, onde as seleções se preparam e prometem render muito no mundial. Infelizmente alguns craques ficaram de fora, como o alemão Ballack. Tudo foi planejado, antecipado e realizado nos mínimos detalhes. A África espera e deseja ser vista como um exemplo no mundo do futebol, e não apenas como um continente voltado para a miséria.

Essa copa mais do que nunca promete. O sorteio dos grupos mostra isso. É difícil, complicado e ao mesmo tempo inimaginável tentar explicar qual seleção terá maior dificuldade na primeira fase. Existe o favorito? A seleção brasileira enfrenta, um País que não vai há 44 anos para uma Copa, a Correia do Norte, a Costa do Marfim e a sempre perigosa Portugal.

Jornalistas do mundo todo defendem o seu lado, tanto de forma positiva, como de forma negativa. O nosso País, com propagandas, figurinhas para a Copa e o incentivo aos craques tentam de todas as formas empurrar ao hexa. É a vontade de vencer explicita no rosto de cada brasileiro, a ganância e a solidariedade misturadas ao mesmo tempo.

A seleção nessa quarta-feira, dia 26, embarcou rumo a África almejando mais um título. Os treinamentos já começaram e o técnico Dunga já vai elaborando qual será o time principal. É estranho dizer isso, mas às vezes é melhor ir desacreditado e numa sorte inesperada poder colher bons frutos. Ninguém no Brasil quer saber de favoritismo.

Com gols, craques, uma equipe preparada e um apetite avassalador de futebol a seleção se prepara. Um mês é o necessário para que todos treinem e possam fazer bonito na África do Sul. Pelo menos é o que todos aqui esperam.

Chris Brow: show dançante e curto demais decepciona fãs

Por Jaqueline Esmendia

A noite de quinta-feira (20) estava fria assim como as noites do início da semana, mas nada que tirasse a animação e a ansiedade de centenas de fãs que aguardavam a entrada de Chris Brow no palco do Credicard Hall em São Paulo.

Qualquer vestígio, uma mão, o testar dos efeitos especiais, tudo era motivos de gritos eufóricos para que o ídolo mostrasse a que veio. E às 22h lá estava ele, enlouquecendo os fãs que não conseguiram ficar sentados em sua entrada triunfal ao palco.

Os fãs estavam maravilhados demais para perceber pequenos detalhes, mas alguns deslizes da apresentação de Chris Brow foram altamente percebidos, como por exemplo, que era evidente que o cantor não conseguia dançar e cantar ao mesmo tempo. Na maioria das músicas de seu repertório, que são muito agitadas, uma frase completa mal era pronunciada, ele pedia a ajuda dos fãs para cantá-las, mas não precisava ser um especialista em canto para perceber que ele não aguentava cantar.

O show durou exatamente uma hora, os maiores sucessos foram cantados por pessoas que queriam estar lá junto dele ao palco. Com quatro bailarinos apenas, Chris Brow deu um show em Hip-Hop, seus movimentos precisos, sua ginga, sua expressão fizeram mulheres e homens de todas as idades irem à loucura com cada música.

Chris Brow é realmente um fenômeno, mas a criação de seu show deixou a desejar. Tive a sensação de que faltava “o que fazer ao palco”, dançava-se demais e cantava-se de menos. E não porque o artista em questão não cante bem, pelo contrário, em canções mais românticas o cantor sabe como emocionar uma platéia, mas o show de Chris Brow parece mais um espetáculo de dança do que de música em si. O que se percebe que seria muito mais proveitoso se as duas coisas fossem bem dirigidas.

Apesar da incredulidade dos fãs quando o show acabou em minha lembrança ficará o momento mais emocionante do show. Quando humildemente sem querer parecer um símbolo sexual, Chris pronuncia os primeiros versos de seu último sucesso Crawl, escutava-se 6 mil pessoas cantando junto ao rapper, um momento bonito, uma ótima lembrança aos fãs e ao cantor julgado com “econômico” pela maioria, devido a sua ausência por duas vezes no palco.

Assim como alguns sites já escreveram, a casa estava cheia, mas não lotada. O que realmente parecia ter incomodado os fãs foi o preço alto pelos ingressos enquanto o DJ era quem “mais apareceu” durante a apresentação e playbacks evidentes para pouco tempo de show.

Esperava-se mais de Chris Brow e o cantor infelizmente não correspondeu as expectativas.

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